sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Bye Bye 2011

Que em 2012 possamos fazer mais amigos, reatar amizades e perdoar os que nos fizeram mal e nos reconciliar. Se for difícil, pelo menos não vamos nos opor a uma reaproximação. Não podemos esquecer que quem está bem, agrada e quem está mal, agride!

Que possamos cuidar mais da nossa saúde e alimentação; vamos beber mais água, fazer mais exercícios ao ar livre, comer menos besteira; vamos rir mais, ter mais bom humor e ser menos pessimistas, vamos pedir mais ajuda e ajudar mais os outros, não importando quem, quando, onde e o porquê. 

Vamos falar mais coisas legais e importantes e deixar de lado as fofocas e futilidades, vamos prestar mais atenção nas nossas vidas e deixar os outros em paz, viver a vida deles do jeito que escolheram. Eles têm o direito. 

Vamos lutar mais pelos nossos direitos de cidadão, votar com mais consciência sem acreditar em promessas, vamos pensar mais no todo do que em nós, no coletivo do que no individual, na sociedade em vez da minha casa! Vamos ser mais criativos, estudar mais, cobrar mais dos governantes e não aceitar suas idéias esdrúxulas de qualquer jeito, sem questionar.

Vamos nos cumprimentar mais e ser mais gentis uns com os outros, principalmente no trânsito, nos ônibus, nos trens, nas barcas, nas filas... Vamos tratar melhor as crianças e os idosos. Já fomos crianças e com certeza seremos idosos e como vamos querer ser tratados? Vamos pensar mais e escutar mais a nossa intuição. As duas coisas juntas são imbatíveis. Vamos parar de ter atitudes impensadas, decisões apressadas, improvisações... Vamos planejar mais. 

Que em 2012 possamos gastar menos e economizar mais, a água, a energia elétrica, os combustíveis... Vamos jogar o lixo nas lixeiras separando para reciclar e menos lixo no chão e nas ruas... Em 2012 não vamos mais jogar latas de refrigerantes e cerveja da janela dos ônibus e das vans, pois podem causar grandes prejuízos e acidentes.

Vamos ser mais organizados e menos bagunceiros; vamos ser mais ordeiros.

Vamos respeitar mais as leis... Elas podem não ser tão boas assim, mas é um começo. Seria pior sem elas. 

Vamos procurar entender mais as pessoas e respeitar seus pontos de vista, mesmo que não concordemos, mas elas têm esse direito. 

Vamos ensinar mais, vamos exigir menos, vamos libertar os outros em vez de escravizá-los... Ninguém é dono de ninguém e quem ama liberta.

Que em 2012 possamos ser mais educados, respeitar mais as pessoas independentemente do que são e que cargos ocupam; seu nível de escolaridade e sua situação financeira. Todos são seres humanos. Vamos tratar melhor os animais. Eles nos amam incondicionalmente.

Não sei se lembrei de tudo e aquele (a) que achar que falta alguma coisa ou que pode acrescentar, faça isso. É dessa forma que construiremos um mundo melhor, nos ajudando uns aos outros.

Feliz Ano Novo!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Renovação é a palavra...

 Ao longo do ano que finda vivenciamos tantas coisas boas e ruins que na hora de fazermos uma reflexão, um “flash back” na memória, uma retrospectiva, até me atrapalho...e foi mesmo um ano de muita atrapalhação!

Trabalhei sem receber na Castelo Branco e ainda fui despedido sem justa causa e não fui indenizado como de direito e escrito na Lei, e por conta disso, diversos projetos tiveram que ser encerrados, outros paralisados e outros simplesmente os perdi, depois de grandes investimentos de tempo, dedicação e dinheiro. Um grande prejuízo financeiro e material e mais do que isso, um grande prejuízo emocional, pois não há dinheiro no mundo que pague o stresse em que você é obrigado a passar e descumprir suas obrigações por conta dos outros. Um verdadeiro absurdo, muito comum no empresariado brasileiro, principalmente na área de educação, que cada vez piora por conta de coisas desse tipo.

Com tudo isso que aconteceu nesse ano, aprendi muita coisa e pude perceber e entender um monte de outras.

Percebi quem são os verdadeiros amigos e quem são aqueles que só têm interesses; descobri quem são os que lutam pelas causas e pelas idéias e os que não estão nem aí; descobri quem são aqueles que se importam conosco, que estão ao nosso lado, não importando se você tem razão ou não, se está certo ou errado, se pode ou não. Primeiro te apóiam e te dão o ombro e o ouvido, depois te ajudam a pensar! Meu Deus, quero sempre essas pessoas perto de mim, pois elas me dão paz...

Descobri que tenho tantas dificuldades como descobri que tenho qualidades que nem imaginava que tivesse...

Me fez bem saber que também erro e que apesar dos erros, continuo vivendo e mais, me fez bem ver um monte de coisas erradas que fazia e nem percebia...agora posso corrigi-las.

Corri  muito atrás de oportunidades que se fecharam quando eu bati na porta, e que realmente eu precisava...e ouvi de algumas pessoas “ cada um com seus problemas”...o que é muito duro de se escutar, pois entendo que a construção de um mundo melhor começa na hora que todos se juntam para solucionar os problemas de cada um...

Ouvi muito a palavra “flexibilidade” que em muitas vezes só valeu pra mim...para os outros não! Tive que ser flexível em diversas situações mesmo sabendo que o que eu fazia estava certo com uma convicção secular...mas flexibilizei, e acabei me dando mal...então entendi que é importante escutar nossas intuições, independentemente do que os outros acham ou pensam.

Ouvi muito “ você é muito coração e pouco racional” e por causa disso fui apunhalado diversas vezes, muitas delas pelas costas...mas também ouvi muito “ te admiro pelo que você é” e isso me deu uma força extra nos momentos que precisei  e pude confirmar mais uma vez que “Deus ajuda o homem pelo próprio homem”...

Percebi que dar aulas não vale mais a pena ( a não ser que seu nome seja Gandhi ou Teresa) e foi doloroso eu aceitar isso. Não dá pra ser profissão principal, tem que ser “bico”. A educação hoje é toda em função do “cliente da faculdade: o aluno”. Ele é arrogante, mal educado, mal informado, displicente, se julga superior, o professor é seu funcionário e muitas das vezes eles o consideram seu escravo e que estão à sua disposição (fiquei até com pena do meu coordenador vendo os e-mails que ele recebia dos alunos...), não lê mais, estuda pouco, tenta te enrolar o tempo todo...  Desmistifiquei a questão de qualidade do ensino pois eu achava que ensino e empresa privada era tudo de bom: agora sim a educação no Brasil iria crescer !  E o que cresce é só o bolso dos mantenedores, sócios e donos das IES.

Eu amo ser professor!

Sim, muita coisa aconteceu. E o que é legal nisso tudo é que estou conseguindo ver velhos problemas de outras formas, sob outros pontos de vista (engraçado, acho que isso é criatividade...rsrsrsrs) e isso me dá uma nova perspectiva de crescimento...não a do bolso pois ainda preciso bastante, mas como ser humano, como cristão, como espírita, como espírito imortal.

Estudei muito, e ainda estou estudando muito, me reciclando com a ajuda de “anjos” que são colocados nos nossos caminhos na vida para equilibrar as dificuldades que temos...Ainda acredito que a educação e o estudo é um caminho muito bom para o crescimento.

Convivi com mestres e doutores da educação, vi como dão aulas, como se comportam, como pensam, como auxiliam no aprendizado dos seus alunos e no crescimento profissional deles e...sem comentários!

Fui perguntado diversas vezes esse ano: o que você quer da vida daqui pra frente? Eta pergunta difícil de responder...

Mas hoje tenho a certeza de muitas coisas que não quero mais passar.

Então, diante de um ano bem difícil e que Graças a Deus e aos “anjos” que Ele colocou no meu caminho durante o ano e que ainda estão presentes, quero dizer a todos que nós continuamos vivos apesar dos problemas; que só morremos se deixarmos de sonhar; que as pessoas tem tantas ou mais dificuldades que nós e toda vez que colocamos nossa felicidade na mão dos outros vamos ser infelizes; que tudo aquilo que planejamos pode dar errado e até isso tem um objetivo: basta prestar atenção ao recado; que apesar das dificuldades podemos nos manter íntegros e com a consciência tranqüila do dever cumprido; que precisamos olhar para nós também e buscar ser melhores a cada dia; que essa reflexão não deve ser feita uma vez por ano, na virada dele e sim todos os dias da vida e que ela vai continuar, apesar de...que devemos buscar nossos direitos e cumprir com nossos deveres; que se não sabemos alguma coisa, vamos estudar pra conhecer ao invés de falar qualquer bobagem; que experiência e sabedoria se conquista enfrentando os problemas e não se livrando deles; que todos nós podemos qualquer coisa, mas temos que arcar com as responsabilidades dos nossos atos em todas as esferas e camadas sociais e de governo (essa foi pra eles); que ninguém é melhor do que ninguém, pois todo mundo vai “morrer” um dia; que quanto mais a gente tem conhecimento, mais responsabilidade e deveres também temos; que  educação cabe em qualquer lugar, na faculdade, na escola, no transito, num órgão público...e não se aprende na escola – vem de casa; e que em 2012, o mundo não vai acabar!

Você pode concordar ou não com tudo que coloquei, falei, descrevi...mas o importante é que eu tenho esse direito.

Feliz 2012

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Postagem pelo celular

Agora vai ficar mais fácil.

E-mail enviado por VIVO Smart Mail
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terça-feira, 6 de julho de 2010

Concentrar no que é mais importante

Todos nós seres humanos temos algumas coisas em comum e a principal delas é o desejo de ser feliz. Caminhando nesta direção eu pergunto:

• O que você gostaria de mudar em sua vida (profissional ou pessoal)?
• O que é mais importante para você agora?
• O que você quer fazer dar certo?

Caso tenhas respondido alguma destas perguntas, volto a indagar:
• Você gostaria de se sentir apoiado na condução de uma maneira de viver melhor?
• Quer descobrir o caminho para pegar as rédeas de sua vida?
• Quer colocar um foco naquilo que é mais importante daqui para frente?
• Gostaria de uma parceria para alcançar o que desejas?

O primeiro passo é a firme decisão de mudar.
A solução está ao seu alcance para começar a agir já!

Essas são perguntas presentes no nosso dia-a-dia, com certeza.
Também entendo que nem sempre as respostas são claras ou quando são, nem sempre as ouvimos. Muitas delas para acontecer dependem de uma coisa chamada “abrir mão”.
E nem sempre estamos dispostos a abrir mão de alguma coisa.
Mudar alguma coisa na nossa vida está muito relacionado a abrir mão de outras; o que é mais importante para nós em um determinado momento nem sempre é no outro; às vezes queremos fazer tantas coisas darem certo que fica difícil decidir.

O importante é estarmos felizes com o que somos e com aquilo que queremos fazer e que queremos para a nossa vida.

Um dos maiores motores da mudança é a insatisfação, não a insatisfação que gera a reclamação crônica, mas a insatisfação que sentimos quando algo não está legal, quando incomoda a posição confortável que assumimos diante de diversas situações.

Acho que a pergunta fundamental é esta: o que queremos para a nossa vida, o que eu quero para mim. E a partir dessa resposta, traçar um plano de ação, estratégico, numerando em ordem de prioridade as ações que precisaremos fazer para alcançar o objetivo e negociando à medida do possível com aquilo que temos dificuldade de abrir mão, sem nos violentar, pois isso gera infelicidade e nem sempre conseguimos administrar esse conflito.

Em outras palavras, a resposta para as questões é planejamento estratégico. Com um planejamento coerente com nossas capacidades e possibilidades, tanto financeiras, quanto técnicas, físicas, emocionais e psicológicas proporcionarão um roteiro mais seguro para se alcançar a felicidade e consequentemente, o sucesso.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Feliz Homem Novo!

Estamos na virada de mais um ano e pra variar, na noite que segue vamos fazer aquela "reflexãozinha" básica, já conhecida nossa, que todos os anos fazemos na passagem dele.
Então, prometemos mudar um monte de coisas na nossa vida que não foram legais no ano que passou e aí começamos a fazer a listinha: vou emagrecer uns 3 quilos, vou fazer ginástica, vou estudar mais, trocar aquele carro velhinho ou comprar o meu primeiro carro, renovar meu guarda-roupa ou um celular novo pois eu mereço. No ano novo, vou dar um jeito no namorado(a) ou no marido(esposa) pois do jeito que foi no último ano não tá legal. E então a lista cresce. Mas, como em todos os outros anos, as "badaladas" da meia noite, da virada, produzem um efeito mágico, e como num encanto, esquecemos todas as promessas que fizemos e, o que é mais engraçado é que nenhuma delas se refere à nossa mudança. Buscamos sempre a mudança nos outros. Então fiquei pensando: de que adianta comemorarmos o ano novo se continuamos com comportamentos, pensamentos e atitudes velhas? Como podemos esperar a melhora de tudo o que queremos se colocamos as ações para a melhora nos outros e não em nós mesmos? Por diversas vezes fui abordado pelos mesmos problemas e situações difíceis e ficava me perguntando por que aquilo "ainda" acontecia comigo? Até que a ficha caiu (tem caído...heheheh) e percebi que quem tem que mudar sou eu, somos nós mesmos. Como posso querer não me chatear ou não me aborrecer com determinadas situações se eu não mudo minha forma de vê-la? Como posso diminuir o estresse se dou muita importância a coisas que não tem tanta importância? Como ter sucesso, realização pessoal, alegria e felicidade se busco isso nas coisas que não posso controlar e justamente onde posso não faço nada ou muito pouco que é na minha maneira de pensar, encarar as situações e sentir o mundo que me rodeia. Então, vamos fazer a listinha de ano novo com as coisas que podemos mudar em nós: ser mais pacientes, mais tolerantes, mais amigos (mesmo que os outros não sejam conosco até por que ninguém é igual e todos tem suas dificuldades), mais companheiros, mais alegres, menos preocupados. Vamos comer menos (já está provado que quem come menos vive mais...heheheh) pra poder perder os 3 quilinhos e ficar felizes com isso pois então vamos caber naquela roupa, nos estressar menos, vamos estudar mais, ler mais, escutar mais música, ficar menos na internet e visitar mais nossos amigos, vamos nos abraçar mais, nos ajudar mais, prestar mais atenção naquilo que podemos fazer para ajudar o outro e ao mundo ao nosso redor, vamos jogar nosso papel sujo no lixo e pegar o papel que o outro jogou no chão e colocar na lixeira...aí sim, estaremos entrando num ano novo verdadeiro, aquele que queremos sem violência, sem sujeira e na certeza de que estaremos ajudando a construir um mundo melhor.
feliz 2009

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Uma Cidade melhor depende de homens melhores no seu comando!

Estamos sofrendo as conseqüências de anos de falta de renovação e vontade, de hipocrisia e egoísmo exacerbado (como se egoísmo já não fosse uma forma de exacerbação). Enquanto os políticos e Administradores do nosso Município, Cidade, Estado, País só pensarem no seu bolso e nos seus parentes, no poder que o cargo confere estimulando o orgulho e a vaidade, vamos continuar amargando essas administrações incompetentes e descabidas.
Com relação ao crescimento das favelas, nos anos 50 tivemos uma ação que deu origem à Cidade de Deus! Retiraram barracos e favelas de alguns locais e jogaram tudo pra lá. Deu nisso. As favelas agregam muita gente que vota. Daí o desinteresse em acabar com elas. O crescimento sem controle das favelas é fruto de uma série de coisas: seca no nordeste (que não é resolvida por que não interessa) falta de oportunidade de trabalho no interior, falta de uma diretriz de crescimento urbano que não permita qualquer coisa, falta de honestidade e seriedade para que se cumpra a lei, e uma série de outras coisas. E a violência vem dessas questões. Quando não se tem oportunidade de trabalho, como é que você sustenta a família? Outra coisa: você vai trabalhar para ganhar salário mínimo ou ir pro tráfico e para o roubo para ganhar muito mais dinheiro e poder! Essas questões têm que ser pensadas com seriedade e não dá pra ser feita só entre os políticos que já provaram sua incompetência e falta de vontade para resolver os problemas. Tem que envolver a sociedade em um debate à procura de soluções e idéias– professores, advogados, empresários, economistas, administradores, psicólogos, educadores, médicos, engenheiros, arquitetos, jovens, idosos e até políticos e administradores públicos. Eles, os políticos, pensam e agem de um jeito de quem não conhecem os problemas. E quando vem com soluções, é pra rir (ou chorar!): só absurdos. Hoje, vejo uma medida, que não é a solução, mas que ia dar uma “chacoalhada” nesses incompetentes: NÃO PAGAR MAIS: IPTU, IPVA, e todo e qualquer imposto que puder não ser pago ou depositar em juízo. Esses impostos não cumprem com suas finalidades e só enriquecem os bolsos dessa cambada. Fala-se da violência à noite e para acabar com ela tiram-se as garupas das motos! (funcionou na Colômbia...)E as lombadas e os pardais que fazem com que tenhamos que diminuir a velocidade em alguns pontos e ficar a mercê dos bandidos, que não precisam estar em garupa para nos assaltar se estivermos em baixa velocidade . Mas se tirar pardal, vai mexer no bolso deles! Então temos que jogar de uma forma mais contundente que façam eles prestarem atenção para a nossa insatisfação. Corta o dinheiro deles! Uma vez ouvi em uma mesa num restaurante onde eu estava almoçando, que os políticos só vão se mexer com relação à violência quando os bandidos começarem a seqüestrá-los, assaltá-los, matá-los, e a seus familiares e que esse seria o próximo passo. Não concordo com a idéia, mas acho que faria efeito mesmo. Só assim, talvez, tomassem uma providência mais efetiva do que caveirão e matança na subida da favela. E os direitos humanos. Os nossos é claro, por que eles só se interessam pelos direitos humanos dos bandidos. Nós, que pagamos todos os impostos embutidos nos produtos e nos serviços, descontados em folha e extorquidos ao longo do ano, estamos cada vez mais sem direitos, prisioneiros e reféns dessa bandidagem de gravata e paletó.
É isso aí! Gente e idéias novas para administrar velhos problemas. É assim que se inova. Quem sabe não seja dessa forma que possamos resolver esse câncer social que são os políticos. Extirpando-os sem deixar oportunidade de metástase.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

A Escola da Vida

A vida é uma grande escola que vai nos ensinando uma série de lições. A paciência, a tolerância, a tranquilidade diante das dificuldades e das lutas diárias, a aceitação dos outros com suas opiniões e comportamentos, mesmo que não concordemos com isso ou aquilo...enfim, esse é o nosso aprendizado nessa vida: estamos aprendendo a conviver uns com os outros. Parece fácil, mas não é não. Tudo que estamos vendo acontecer no país e no mundo é resultado de pensamentos, sentimentos e comportamentos egoístas, mesquinhos e insensíveis. Enquanto uns trabalham para si próprios, outros são deixados à margem de uma vida decente e produtiva. Todos reclamam da violência, mas ninguém dá oportunidade ao outro de levar uma vida com dignidade, com honestidade. Uma vez escutei de uma criança de aproximadamente 8 anos em um projeto assistencial: " trabalhar pra que tio? Vejo meu pai trabalhanado que nem maluco e não pode voltar pra casa por que com o que ele ganha se gastar na passagem a gente não come! Ele dorme nos bancos das praças para economizar o dinheiro. Quero mais é soltar pipa no morro, pois assim ganho mais de 2.000 reais por mês e ajudo em casa!" Essa realidade não se resolve da noite para o dia. É preciso que cada um de nós faça a sua parte. E o que é fazer a nossa parte?
É ser educado, mesmo que o outro não seja;
É ser cortês mesmo que o outro não seja;
É ser gentil, mesmo que o outro não seja;
É ceder, mesmo que o outro não ceda;
É ter paciência mesmo quando a situação se mostre desesperadora e lembrar que tudo na vida passa;
É abrir mão mesmo quando vá de encontro aos nossos interesses pessoais;
É pensar no outro antes de tomarmos uma atitude;
É perguntar se gostaríamos que o outro fizesse conosco o que pretendemos fazer com o outro;
É acreditar nos sonhos, colocá-los como metas e perseverar para alcançá-los;
É confiar na existência de uma força maior que nos rodeia e provê tudo, não importa o nome que damos a ela;
Enfim, uma boa parte do que acontece é o resultado de comportamentos que compartilhamos e as vezes até sentimos prazer neles.
Se queremos um mundo melhor, devemos começar por nos melhorar.
E a oportunidade é aqui e agora.
Não falei tudo que gostaria, mas acredito que esses conceitos possam nos ajudar a nos modificar e melhorar cada vez mais.